Entre o verde intenso das florestas e o azul profundo do Atlântico, os Parques Naturais de São Tomé e do Príncipe constituem 30% da área terrestre das ilhas e formam um dos ecossistemas mais ricos e preservados de África. Criados em 2006, estes parques têm como missão proteger a biodiversidade única das ilhas e garantir que o desenvolvimento das comunidades locais acontece em harmonia com a natureza.
Os Parques abrigam espécies que não existem em nenhum outro lugar do planeta desde árvores milenares até pequenos anfíbios e aves raras. Aqui, ciência, turismo e cultura convivem num equilíbrio que define o futuro sustentável do arquipélago.
Entre o verde intenso das florestas e o azul profundo do Atlântico, os Parques Naturais de São Tomé e do Príncipe constituem 30% da área terrestre das ilhas e formam um dos ecossistemas mais ricos e preservados de África. Criados em 2006, estes parques têm como missão proteger a biodiversidade única das ilhas e garantir que o desenvolvimento das comunidades locais acontece em harmonia com a natureza.
Os Parques abrigam espécies que não existem em nenhum outro lugar do planeta desde árvores milenares até pequenos anfíbios e aves raras. Aqui, ciência, turismo e cultura convivem num equilíbrio que define o futuro sustentável do arquipélago.
Os Parques Naturais de São Tomé e do Príncipe são refúgio de uma rica biodiversidade das ilhas, onde habitam uma taxa significativa de espécies endémicas e muitas delas, ameaçadas. Mais de 1500 espécies de plantas já descritas e 50 espécies de aves foram registadas, e 28 delas endémicas das ilhas. Cada ser vivo contribui para o equilíbrio dos diversos ecossistemas tropicais existentes nestas ilhas do Golfo da Guiné.

Antes de iniciar qualquer trilha, o visitante deve informar-se sobre horários, regras de segurança, zonas autorizadas e taxa de entrada. O acesso é regulado e deve ser acompanhado por guia credenciado, garantindo uma visita segura e responsável dentro dos Parques Naturais.
A entrada nas trilhas é obrigatoriamente acompanhada por um guia credenciado pelo PNOST (Parque Natural Obô de São Tomé) ou PNP (Parque Natural do Príncipe). Os guias garantem segurança, interpretação ambiental e respeito pelas normas e boas práticas de conservação.
Os parques dispõem de trilhas identificadas e classificadas por nível de dificuldade, permitindo caminhadas, observação da flora e fauna e contacto direto com a natureza.
A entrada no parque está sujeita a uma taxa oficial. O pagamento e o registo permitem controlar a capacidade de carga e manter a conservação das trilhas e suas infraestruturas.
O acesso é permitido apenas nas zonas autorizadas pelo plano de manejo e regulamento interno dos parques, devendo a circulação ocorrer exclusivamente pelos trilhas sinalizadas. Nestes locais, os visitantes podem circular, observar paisagens, tirar fotografias e aprender sobre o ecossistema.
Trilha desafiante que atravessa floresta primária e sobe até aos 2.024 m de altitude, o ponto mais alto da ilha.
É a Trilha mais visitada, atravessando atravessando a floresta tropical, culminando numa cascata de 30 metros, onde se pode usufruir de um banho nas águas geladas da cascata.
Percurso acessível que leva até uma antiga cratera vulcânica coberta por vegetação densa e neblina constante. Um dos trilhos mais populares.
Uma das caminhadas mais marcantes da ilha do Príncipe, passando por florestas densas e zonas elevadas.
O guia sabe explicar tudo ao pormenor e torna-se muito interessante, a visita. Espécies que não se encontram com facilidade e as historias reveladas por de trás das suas figuras. Muito bom.
Visitamos os jardins botânicos que fazem parte do Parque Nacional. O acesso não é fácil, até uma varinha sinuosa. O parque tem muitas plantas de flores interessantes, embora poucas sejam nativas. Nas proximidades há as cachoeiras de São Nicolau, que valem uma visita rápida.
Contribua para a conservação da natureza e apoie projetos de proteção da biodiversidade dos Parques Naturais de São Tomé e Príncipe.
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